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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Você sabe porque a creatina da mais força, potencia e resistência muscular?

De modo grosseiro e geral vou explicar como a suplementação com creatina pode gerar um aumento na força e potencia muscular e retardar a fadiga.

A Fosfocreatina (PCr) nada mais é do que uma molécula de Creatina fosforilada.

MAS QUE RAIO É FOSFORILADA? 

É fosforilação de uma proteína ou outra molécula, que nada mas é do que a adição de um grupo fosfato (PO4), no nosso caso, adicionado a Creatina.



A Fosfocreatina é a principal fonte energética utilizada pelos músculos nos primeiros 10 segundos de um exercícios (esse tempo pode variar de acordo com a idade, sexo, alimentação, treinabilidade, genética, dentre outros fatores), após esse 10 segundos, nosso corpo começa a se utilizar de glicose como principal fonte de energia. Após um período de descano entre series esse estoque é reabastecido e temos novamente o mesmo mecanismo. O tempo exato para que os níveis de fosfocreatina e outros componentes volte ao "normal" é variável de individuo para individuo e também depende do nível de atividade feita, em torno de 1 a 3 minutos.

Observando esta breve e simples explicação sobre a FC podemos entender que quanto maior o estoque dela no organismo, mais tempo ela será nossa fonte energética principal e mais rápido ela será re-estabelecida no músculo após a serie de exercício. Isto explica o porque da suplementação com Creatina nos dar mais força, potencia e resistência.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Vale a pena saber: Metabolismo energético

Vale a pena saber: Metabolismo energético

Como temos vindo a verificar, o fornecimento energético é fundamental para à contracção muscular. Isto acontece pela capacidade que o músculo tem de transformar energia química em energia mecânica.
Um elemento fundamental em todo este processo é o ATP (trifosfa­to de adenosina), que é um composto altamente energético capaz de fornecer energia para a contracção. Ele funciona como uma pilha dentro da célula, armazenando energia que a qualquer momento pode ser libertada de acordo com a fórmula:
ATP -+ ADP + P + 7300 calorias.
O conteúdo de ATP intracelular (moles de ATP/grama de fibra muscular) proporciona energia que permite a actividade muscular durante poucos segundos.
Na prática a contracção muscular é bastante mais duradoura, o que significa que ao mesmo tempo que há degradação de ATP há também a sua re-síntese, a partir do ADP recentemente formado, através de dois processos.

Transfosforilação

Como o seu nome indica, há transferência das ligações de fósforo previamente formadas a partir de moléculas de fosfocreatina e com intervenção da enzima creatinafosfoquínase (CPK).
Fosfocreatina + ADP <-> Creatina + ATP
Esta reacção química acontece durante o esforço. Na situação de repouso dá-se a reacção inversa, ou seja, a fosforilação da creatina, com reposição dos níveis citoplasmáticos de fosfocreatina.
A re-síntese do ATP acontece no sarcoplasma, sem oxigénio, e daí denominar-se a este tipo de metabolismo de anaeróbico aláctico, ou seja, sem formação de ácido láctico.
Apesar de o conteúdo de fosfocreatina na célula (20-30 moles de PC/grama de tecido muscular) ser bastante superior ao de ATP, a sua reserva é também limitada e apenas fornece energia para contracções musculares inferiores a dez segundos.
Então, a partir desta duração de esforço a célula vai obter o seu ATP através de outras vias.

Fosforilação

É um processo menos rápido do que o anterior, em que há criação de novas ligações de fósforo a partir da oxidação dos substratos energéticos, ou seja, dos hidratos de carbono e gorduras principalmente. Também as proteínas poderão ser usadas mas de um modo muito pouco representativo. Daqui resulta energia que se vai armazenando sob a forma de A TP, a tal pilha ou bateria intracelular.
Antes de abordarmos as vias fosforilativas é importante abordar o que acontece imediatamente antes delas: a glicólise, ou via de Embden Meyerhof, que acontece no citoplasma e na ausência de oxigénio. A glicólise consiste no desdobramento da glicose até à formação de ácido pirúvico, com formação de dois ATP.
A partir da formação do ácido pirúvico é a existência ou a ausência de oxigénio que vai determinar se o ácido pirúvico vai entrar na mitocôndria e se integre no ciclo do ácido cítrico (ou de Krebs ou ciclo dos ácidos tricarboxílicos), ou se permanece no citoplasma e seja metabolizado até ácido láctico, respectivamente.
Glicólise aeróbica ou fosforilação oxidativa
Consiste no desdobramento da glicoseaté aos produtos finais COz e H20, com libertação de energia, exigindo a presença de oxigénio. Esta via tem duas localizações na célula; uma inicial que acontece no citoplasma, com formação de ácido pirúvico, e outra no interior das mitocôndrias. Esta via implica, como é óbvio, uma oxigenação adequada.
Glicose + 2ATP + 6O2 -> 6O2 + 6H2O + 40ATP
Este tipo de metabolismo é altamente rendível (saldo positivo de 38 ATP), pois a partir de uma molécula de glicose obtêm-se numerosas moléculas de ATP. Deste modo é possível manter um esforço por largos períodos de tempo, sendo o esforço limitado pelas reservas dos nutrientes energéticos. É também chamado de aeróbico por depender da existência de oxigénio.
Glicólise anaeróbica
Quando a oxigenação da célula muscular é inadequada e quando há necessidade de energia, a célula vai metabolizar o ácido pirúvico, na ausência de oxigénio e no citoplasma, formando ácido láctico e pouca energia.
Glicose + 2ATP -> 2 ácido láctico + 4ATP
Por cada molécula de glicose metabolizada resulta um saldo positivo de duas moléculas de ATP. É um tipo de metabolismo pouco rendível, que leva ao rápido esgotamento dos substratos energéticos, determinando um esforço de curta duração. Não deixa, no entanto, de ser importante, pois é uma via alternativa encontrada pela célula em circunstâncias mais adversas no que se refere ao fornecimento de oxigénio.
O ácido láctico forma-se em grandes quantidades. Mais frequentemente ele passa para o sangue, através do qual se dirige para o fígado onde poderá ser reconvertido em glicose, a qual entrará em novo ciclo metabólico. O processo pelo qual há síntese de glicogénio a partir de compostos não glicídicos (ácido láctico, gorduras, etc.) é chamado neo­glicogénese. Mas se houver melhoria das condições circulatórias locais que levem ao aumento da oxigenação, como acontece no período imediato após um esforço bastante intenso e/ou rápido, ele poderá ser re­convertido em ácido pirúvico e este entrar no ciclo de Krebs. A fracção H da desidrogénase láctica (LDH-H) é a enzima responsável por este processo. No entanto, e apesar destes dois destinos, o ácido láctico pode acumular-se localmente, assim como o ião H+, fazendo baixar o pH e originando acidose. Esta situação é responsável pela inibição das enzimas envolvidas na contracção muscular e parece ser a causa das cãibras musculares que acontecem no decorrer de esforços demasiado violentos ou duradouros.
Para se quantificar o ácido láctico formado, ou o componente anaeróbico de determinado esforço, pode-se ou determinar a lacticidemia (normal inferior a 1,2 mmol/l) ou determinar a diferença arteriovenosa da concentração sanguínea de lactato, no respectivo circuito vascular muscular, o que dá um resultado mais correcto.
A glicose metabolizada por via aeróbica ou anaeróbica é o principal substrato energético utilizado em esforços intensos e de curta duração ou na fase inicial de qualquer esforço.
Oxidação das gorduras
As gorduras constituem um substrato energético importante. São armazenadas no organismo sob a forma de triglicerídeos, provêm ou da dieta ou da transformação de outros nutrientes (glicose, por exemplo). Por acção das enzirnas lípases sobre os depósitos de gordura há libertação de ácidos gordos que poderão ser utilizados directamente pela célu­la. Da B-oxidação dos ácidos gordos, na qual são retirados dois átomos de carbono em cada ciclo, origina-se uma grande quantidade de energia, tanto maior quanto maior o comprimento da cadeia. Por exemplo, se o ácido gordo tiver 6 átomos de carbono (como a glicose) há formação de 44 moles de ATP (na glicose eram 38); outro exemplo: o ácido palmítico que tem 16 átomos de carbono.
C12 H32 O2 + 23O2 -> B. oxidação -> 16CO2+ 16H2O + 135ATP
Como se vê desta reacção química, a presença de oxigénio é essencial para a oxidação dos ácidos gordos, pois não há via anaeróbica de oxidação das gorduras. Esta é apenas um privilégio da glicose.
E a partir da oxidação das gorduras que se obtém a maior parte da energia consumida em repouso e em esforços prolongados e submáximos, o que tem imenso interesse prático para as pessoas que desejam perder peso à custa do consumo de gorduras. Os indivíduos treinados, e muito provavelmente devido a grandes adaptações hormonais, apresentam uma maior capacidade de mobilização de ácidos gordos durante o esforço. Os fundistas, por exemplo, têm como principal substrato energético as gorduras, enquanto os sprinters queimam principalmente glicose. Durante um jogo de squash gasta-se menos gordura do que durante um exercício aeróbico, como por exemplo a marcha. Esta tem bastante mais interesse em termos de emagrecimento do que o tal jogo de squash, apesar de este ser bastante exigente em termos de esforço físico.
Oxidação das proteínas (aminóácidos)
As proteínas são formadas a partir de aminoácidos e têm como principal função a sua actividade enzimática e suporte estrutural. Como fornecedoras de energia desempenham um papel muito pequeno. Calcula-se que a energia que se obtém a partir dos arninoácidos, quer em repouso quer em esforço, e em condições normais, é sempre inferior a 2% do total consumido .

Fonte: 
http://www.xn--musculao-xza3b.com/metabolismo-energetico.html

Quer reduzir sua gordura corpora? Use e abuse da Zona Lipolítica

A Zona Aeróbia Lipolítica é atingida quando estamos em um treinamento de moderado/leve, aproximadamente 60 a 70% da frequência cardíaca máxima. 


Essa zona de intensidade é usada para melhorar o condicionamento físico aeróbio já que nestas condições, se fizermos uso de uma respiração correta, estaremos dando ao organismo uma oferta de O2 (Oxigênio) alta, que facilitara a oxidação de gordura. 

Por usar os lipídios (gordura) como principal fonte energética, ela é a ideal para quem deseja diminuir os percentuais de gordura corporal. Quanto maior for a duração dos treinos, melhores serão os resultados.



sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

EXERCÍCIO PARA PESSOAS COM ESCOLIOSE

Por: 
Prof. Mes. Paulo Gomes

Existem diversos tipos de desvios posturais como, por exemplo, cifose, hiperlordose e escoliose. Dentre eles, a escoliose é um dos que mais causa desconforto e limitações nos pacientes, sendo caracterizada pelo desvio lateral da coluna (ver figura abaixo). Em alguns casos, o desvio é tão acentuado que a solução para melhorar a condição do indivíduo é o processo cirúrgico. No entanto, em vários casos o exercício pode contribuir para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas.



Nesse contexto, alguns cuidados necessitam ser tomados na prescrição de um programa de exercícios para indivíduos com escoliose. Primeiramente, devem ser evitados exercícios que fazem a compressão da coluna vertebral, ou seja, aqueles exercícios em que a carga age sobre a coluna como, por exemplo, agachamento com barras nas costas ou na máquina (ver figura abaixo - Guia dos movimentos de musculação, Frederic Delavier, Editora Manole).


Em contrapartida, exercícios que fazem a tração da coluna como, por exemplo, alongamentos e alguns exercícios de musculação trazem grandes benefícios. Um alongamento simples que pode ser realizado é pendurar-se num espaldar fazendo com que haja uma grande tração da coluna vertebral. Em relação à musculação, exercícios como a puxada no pulley também proporcionam a tração da coluna (ver figura abaixo - Guia dos movimentos de musculação, Frederic Delavier, Editora Manole).

terça-feira, 19 de novembro de 2013

MCT: o mais versátil dos suplementos

MCT: o mais versátil dos suplementos



O suplemento MCT - triglicerídeos de cadeia média – é composto por um tipo de gordura com poder de absorção igual à do carboidrato, porém fornece o dobro de calorias (9 contra 4) consistindo em uma ótima fonte de energia rápida. Esta característica tem feito com que os praticantes de atividade física escolham este suplemento para melhorar a performance durante os treinos e adquirir maior definição muscular. 

De acordo com o Comitê Científico da Vitafor Nutrientes, o MCT possui ainda ação antivirótica, pois destrói a membrana lipídica de muitos vírus, antibacteriana,antifúngica, anticatabólica e termogênica, já que elevam levemente a quantidade de gordura marrom. E os benefícios não param por aí.

Os suplementos de MCT são frequentemente utilizados por atletas para aumentar a resistência durante treinamentos e competições de endurance, pois diminuem a necessidade de uso de carboidratos, principalmente se forem utilizados em conjunto com a creatina. Por permitirem que haja essa redução no consumo de carboidratos - principalmente aqueles de alto índice glicêmico - podem ser eficientes como complemento em dietas termogênicas e possuem efeitos poupadores de massa muscular.

Os nutricionistas explicam que em dietas de pré-competição, é comum atletas de modalidades onde a definição muscular é avaliada consumirem grande quantidade de MCT na noite anterior à disputa, já que auxilia na conservação dos músculos. 
O suplemento é aplicado principalmente como complemento nutricional em determinadas fases da dieta anabólica e em dietas cetogências (baixa ingestão de carboidratos), que têm como objetivo fazer com que o corpo comece a queimar gorduras, já que não existem carboidratos suficientes para produzir energia.

Agora, se o objetivo é perder gordura corporal, o MCT também traz ótimos efeitos: acelera o metabolismo de repouso, sustenta a taxa metabólica e induz o organismo a queimar mais gordura branca, resultando na perda de peso. O Comitê Cientí co Vitafor alerta sobre a importância de estabelecer o consumo mínimo de 50% do total calórico diário na forma de MCTs. Conforme explica Dra. Miriam Loiola, nutricionista da NeoNutri Suplementos Nutricionais,as triglicérides de cadeia média oferecem uma saciedade maior que as de cadeia longa (TCL), favorecendo o controle de peso quando incluídas na alimentação como um substituto desse outro tipo de gordura, que demora mais para ser absorvido. 
“As MCTs sãoestocadas no fígado e produzem energia por um longo tempo, além do esgotamento do glicogênio. Diminuem os níveis de colesterol, contribuem para a perda de peso e também aumentam a absorção de aminoácidos, cálcio e magnésio”, afirma Dra. Miriam. 
As chances de a substância ser estocada em forma de gordura corporal são mínimas, pois as MCTs são absorvidas mais rapidamente e logo metabolizadas pelo fígado.

“Não necessitam de carnitina para adentrar a mitocôndria, sendo, portanto, mais rapidamente oxidadas”, detalha. 

A dieta ideal Se o objetivo com o consumo de MCT for de redução de peso, Miriam Loyola revela que para atingir o efeito observado nos estudos, deve-se substituir o consumo das gorduras que contém TCL (triglicerídeos de cadeia longa), como frituras, manteigas, maioneses, entre outros. “Ainda é importante que se atente para o balanço energético total diário. Para a redução de peso, o valor energético consumido deve ser inferior ao utilizado pelo organismo.
Mesmo com o auxílio do produto, faz-se necessária uma alimentação equilibrada e atividade física regular, como em todo processo saudável de emagrecimento”.
Os especialistas explicam que o MCT também é aplicado principalmente como complemento nutricional em determinadas fases da dieta anabólica e em dietas cetogências, servindo como fonte de energia nesta fase de redução de carboidratos.

Em fases de pré-competição para atletas que têm como objetivo a definição muscular, o ideal é que a ingestão de MCT seja aumentada gradualmente para permitir que o corpo se adapte.
Se houver um aumento abrupto, o resultado pode ser o metabolismo incompleto das MCTs ou a produção de ácido lático em excesso. Para potencializar o consumo deste suplemento, a substância mais utilizada é o monohidrato de creatina, mas o
consumo leve de carboidratos com índice glicêmico máximo de 50 também pode elevar a biodisponibilidade de MCTs. O consumo diário ideal de MCT depende dos objetivos, mas a sugestão da nutricionista da NeoNutri é de 10 ml ao dia ou conforme orientação do médico. A dosagem ideal deve ser calculada de acordo com o restante da alimentação e suplementação do indivíduo. “Estudos recentes apontam que a ingestão de uma solução de 5% (4 ml/kg no início e 2 ml/kg a cada 20 minutos) de MCT é capaz de gerar energia suficiente para suportar o exercício e também para auxiliar na manutenção das taxas glicêmicas”, afirma Miriam. “Essa contribuição energética acaba limitando-se à faixa de 3% a 7% do total da energia despendida durante o exercício, uma vez que existe baixa tolerância gastrointestinal ao suplemento, cuja ingestão máxima não deve exceder 30g”.
Os nutricionistas indicam que o MCT não deve substituir completamente todas as gorduras da dieta, o que poderia resultar em deficiência de outros ácidos graxos. Para evitar que isso aconteça, é importante incluir dosagens de Ômegas 3 e 6 - duas excelentes fontes são o TPM_com_%D3leo_de_Pr%EDmula.478'>óleo de prímula e o óleo de cártamo (CLA).

Os nutricionistas também não aconselham o consumo de MCT com o estômago vazio, o que pode causar indisposição gástrica.
Antigamente, era comum bodybuilders utilizarem uma dieta rica em carboidratos associada ao MCT para aumentar massa muscular e reduzir as gorduras. Porém, descobriram que essa combinação não é e caz porque eleva o nível de insulina e faz com que os
triglicérides sejam armazenados como gordura no corpo. Além do ganho de peso substancial, o consumo com grande quantidade de carboidrato aumenta o risco de Alzheimer, diabetes e outros problemas de saúde.

Triglicérides ou triglicerídeos?
Nesta reportagem, algumas vezes citamos “as triglicérides”, outras “os triglicerídos” e utilizamos ainda a descrição “o MCT”.

Isso porque há diferença entre os termos, conforme explica a nutricionista da Vitafor Dra. Vanessa Vichi Girotto
Corrêa. Triglicerídeos são um tipo de gordura composto por uma molécula de glicerol e três moléculas de ácidos
graxos. Já as triglicérides são a principal forma de estocagem de energia, que se acumulam no tecido adiposo na forma de gordura. Finalmente, quando escrevemos “o MCT”, nos referimos ao suplemento.

Uma gordura que não colabora para o ganho de peso Introduzidas para consumo humano na década de 1950 como uma fonte energética para vários tipos de dietas, as MCTs são gorduras de origem vegetal que podem ser extraídas do óleo de côco, babaçu, palma e cânfora.
A triglicéride é constituída por três moléculas de ácidos graxos ligados a uma molécula de glicerol. “Gorduras e óleos comuns contêm ácidos graxos de cadeia longa. Comparadas com esse tipo de gordura, as MCTs possuem um comprimento de cadeia bem menor, assim, se comportam muito mais como um carboidrato do que como uma gordura”, explicam os nutricionistas do Comitê Científico da Vitafor. Por isso, ao contrário das gorduras e óleos comuns, as MCTs não provocam ganho de peso já que
estimulam a termogênese (queima de gordura).


Fontes:
Dra. Miriam Loiola
nutricionista da NeoNutri
Suplementos Nutricionais
CSVN - Comitê Cientí co
Vitafor Nutrientes:
Daniela Pini – nutricionista,
Vanessa Vichi – nutricionista,
Debora Dutra – biomédica,
Ramon Ferraz - técnico em nutrientes e
Reinaldo Ferreira – nutricionista
Fonte: REVISTA SUPLEMENTAÇÃO - ANO 03 - EDIÇÃO 09